Sobre

Uma escola criada por um pai que não encontrou o que procurava

A Escola Montessoriana de Laranjeiras existe porque, quando meu primeiro filho nasceu, colocá-lo na escolinha mais perto de casa não era um erro que eu me permitiria cometer.

A escola, em Laranjeiras

Ficamos nos fundos da Rua das Laranjeiras, 540 — um refúgio silencioso e arborizado, longe do barulho da rua. Recebemos crianças a partir dos 9 meses, no berçário, e as acompanhamos pela pré-escola e pelo Ensino Fundamental, sempre em salas de idades misturadas, do jeito Montessori. O inglês entra todos os dias, por imersão, com professoras nativas e bilíngues. A comida é feita na escola. Não há telas com as crianças.

Desde 2025 estamos neste endereço, com o nome Escola Montessoriana de Laranjeiras. Antes, a mesma proposta viveu como Free School, na Cobal do Humaitá, e começou ainda mais cedo, como um tatame para bebês inspirado em Montessori no jardim do Palácio do Catete.

Quem sou eu

Meu nome é Claudio Berbel. Sou o fundador e dirijo a escola no dia a dia — é comigo que as famílias conversam na visita e é minha a responsabilidade pelo que acontece em cada sala.

Tenho o título de formador Montessori concedido pela ABEM (Associação Brasileira de Educação Montessoriana), da professora Talita de Almeida, e trabalho com educação Montessori há nove anos, desde o nascimento do meu primeiro filho. Antes disso, fiz doutorado em economia na FGV. Foi na pesquisa acadêmica — lendo os estudos sobre desenvolvimento humano, e não em manuais de pedagogia — que me convenci de algo que orienta tudo o que a escola faz: os primeiros anos de vida pesam mais do que a primeira série ou o vestibular.

Não venho do establishment educacional. Isso me deu liberdade para pesquisar alternativas sem compromisso com nenhuma delas, e o que encontrei, ao fim, foi Montessori: o método mais completo que conheço, criado por Maria Montessori há mais de cem anos e praticado hoje em mais de cem países.

Por que abrir uma escola

Meu filho mais velho só estudou em escolas Montessori. Mesmo nelas, eu sentia falta de detalhes: imersão em inglês de verdade, todos os dias, com professoras nativas; um acolhimento total, em que a criança só é convidada a trabalhar quando se sente segura; comida de verdade; nenhuma tela. A escola que eu queria para os meus filhos não existia, então eu a fiz.

Criança pega seu trabalho sozinha na estante baixa de uma sala Montessori preparada

A tese que sustenta a escola é simples e bem documentada: os primeiros anos são os mais importantes para o desenvolvimento do cérebro e da personalidade. A escola tradicional tende a piorar com a idade, à medida que o foco migra para provas. Por isso criamos o programa de Fundamental 1 — para que a criança não precise trocar de proposta justamente quando começa a raciocinar em abstrato — e o Fundamental 2 está previsto na sequência.

Colocar na escolinha mais perto de casa não era um erro que eu me permitiria cometer. Escrevi sobre essa conta — minutos de trajeto contra as 1.800 horas por ano que a criança passa dentro da escola — neste artigo.

Sobre o blog

Os artigos do blog são escritos pela equipe da escola, e eu respondo pelo que está lá. Quando um texto afirma o que "a ciência mostra", cita a fonte — os estudos e as instituições de onde o dado saiu estão listados ao fim de cada artigo, para quem quiser conferir.

Se quiser conversar sobre a escola, a visita é o melhor caminho: recebemos famílias com as salas em funcionamento. Agende aqui ou fale comigo pelo WhatsApp.

Venha conhecer a escola em funcionamento

A melhor forma de saber se é o lugar certo para o seu filho é ver as salas trabalhando. Agende uma visita.